Indústria automotiva eliminou 900 vagas em outubro, diz Anfavea
Resultado de outubro foi o pior para mês em 10 anos; setor tem 45 mil funcionários com alguma restrição de atividade e já demitiu 11,8 mil neste ano.
Notícias
Resultado de outubro foi o pior para mês em 10 anos; setor tem 45 mil funcionários com alguma restrição de atividade e já demitiu 11,8 mil neste ano.
Resultados financeiros na região revelam estrago da crise na rentabilidade do setor.
Ao todo, cerca de 11 mil funcionários ficarão parados; montadoras tentam se ajustar à queda do consumo.
Só em junho, mais de mil postos de trabalho foram cortados para ajustar produção à demanda; governo deve anunciar hoje.
Fabricante deve também transferir produção do Cruze para a Argentina.
Campanha da GM invoca São Caetano e libera comprador de pagar quatro parcelas de financiamento se ele perder o emprego na vigência do contrato.
Resultado é reflexo das medidas de corte de produção adotadas pelas montadoras para se adequar à demanda menor; produção em maio foi a pior desde 2005.
Pelo menos 34,7 mil trabalhadores em casa, em férias coletivas ou licença.
De janeiro a abril, as fabricantes de veículos demitiram 4,6 mil funcionários.
Produção do Estado representou 45,3% do total nacional, aumento de 2,5 pontos percentuais com relação ao registrado em 2013.
Resultados confirmam um primeiro trimestre extremamente difícil.
Para 2015, a previsão é de que o setor automotivo brasileiro terá um dos desempenhos mais fracos entre os grandes mercados.
Empresa culpa “panorama adverso do mercado e depreciação do real”.
Fábricas de automóveis devem operar este ano com pouco mais da metade de sua capacidade de produção de 5,6 milhões de veículos.
Faça seu login
Ainda não é cadastrado?
Cadastre-se como Pessoa física ou Empresa
