DPaschoal garante a destinação adequada de resíduos automotivos

Saiba para onde vai e qual destino de cada material trocado nas lojas da marca, logística que garante o menor impacto possível ao meio ambiente

O descarte correto de materiais é fundamental para reduzir os impactos negativos na natureza e garantir que o meio ambiente permaneça preservado para as próximas gerações. O Movimento ECOnomia Verde, da DPaschoal, maior centro automotivo do país, busca garantir que esse processo seja o mais adequado possível, para isso conta com uma logística sustentável operada por um especialista nesse assunto: a Mazola Ambiental. Mas você sabe para onde vão as peças, pneus e equipamentos do seu carro depois que eles são trocados?

Todos os resíduos sólidos gerados nas lojas DPaschoal, inclusive insumos como estopa, panos, EPIs etc., são coletados pela Mazola de acordo com o volume gerado e a capacidade de armazenamento de cada loja. O transporte desse material segue rigorosamente as legislações vigentes, incluindo licenças municipais, estaduais e intermunicipais que orientam esse tipo de serviço.

Em 10 anos, já foram tratados cerca de 130 mil toneladas de resíduos automotivos. Isso reforça o compromisso da DPaschoal com a sustentabilidade, por meio de iniciativas que vão desde o momento da aquisição dos produtos, no atendimento ao cliente – quando a troca só é feita após realização de testes que mostram a real necessidade - até a destinação correta pós-uso, quando fecha-se esse ciclo virtuoso e há um contribuição real para a preservação do meio ambiente para essa e para as próximas gerações.


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Todos os resíduos coletados são transportados até as unidades da Mazola Ambiental, devidamente licenciadas para receber esses materiais, onde são separados, triados e acondicionados por lotes que permitem a rastreabilidade do resíduo de acordo com a classificação de cada produto, ponto gerador e data em que os materiais foram coletados.

Os pneus, especificamente, têm a rastreabilidade realizada por meio do sistema ECOCONTROL, que verifica desde a sua geração até a chegada à Mazola. Esse processo avisa cada loja quando o pneu chega para o descarte, e essa informação é replicada aos clientes da DPaschoal, reforçando o compromisso ambiental e a transparência de todo processo. Os pneus descartados podem seguir dois caminhos: parte vai para a reciclagem de borracha, onde pode ser utilizada em fábricas de produtos desse material, como tapetes, peças de borracha etc., e também pode ser utilizada em asfalto; outra parte é encaminhada para coprocessamento em fábricas de cimento, onde atua como combustível alternativo, substituindo o carvão mineral e/ou o coque de petróleo, retirando esse resíduo do meio ambiente.

Os filtros – de óleo, ar e combustível – são reciclados internamente por meio de um processo inovador chamado Recfil, que transforma 100% dos resíduos contaminados (Classe I) em 70% materiais recicláveis, incluindo metal para siderurgia, e óleo usado para rerrefino. Esse processo é realizado de forma automatizada e sem uso de água, contribuindo e reforçando ainda mais a preservação ambiental.

Amortecedores, molas, bandejas de suspensão e peças metálicas em geral são encaminhadas para siderúrgicas, onde são transformados novamente em matéria-prima aço para utilização na construção civil e na fabricação de novas peças. Já as baterias, após armazenamento temporário, são encaminhadas aos fabricantes, onde são recicladas e transformadas novamente em matérias-primas para fabricação de novas baterias, fechando a economia circular, tão importante na sustentabilidade.

Plásticos, papeis, papelão, alumínio e outros itens, por serem recicláveis, são encaminhados a empresas devidamente adequadas para essa finalidade. Os demais resíduos são armazenados temporariamente para serem reciclados futuramente ou para terem a destinação ambientalmente adequada.

“Nosso processo atende a política de aterro zero, ou seja, nenhum resíduo tratado pela Mazola vai para aterros. Quando não podem ser reciclados, eles são destinados para coprocessamento em fábricas de cimento”, explica Marcelo Alvarenga, diretor de Operações da Mazola Ambiental.




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