Estudo da conformabilidade dos aços inoxidáveis austeníticos 304N e 304H e suas correlações com as microestruturas obtidas

Fonte: Portal CIMM - 22/09/08

Tese  submetida  ao  programa  de  Pós-Graduação  em  Ciência  e  Engenharia  de Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina para obtenção do  título de Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais

Autor: Rocha, Mario Roberto da
Orientador: Oliveira, Carlos A. Silva de
Editora: UFSC
 
Sinopse

O presente trabalho teve por objetivo estudar o comportamento das transformações martensíticas induzidas por deformação de duas chapas de aços inoxidáveis austenítico AISI304N e AISI304H, submetidas a diferentes caminhos de deformação. Este estudo utilizou curvas de limite de conformação - CLC´s, para determinar possíveis correlações entre a conformabilidade das chapas e suas variações microestruturais obtidas durante a deformação.

Quando os aços inoxidáveis austeníticos são deformados, podem transformar parte da austenita em martensita- e/ou , principalmente se os esforços aplicados estiverem abaixo da temperatura Md. Durante estas transformações, há também uma mudança no seu comportamento magnético que pode ser utilizada para o acompanhamento da proporção de fases transformadas sob diferentes condições de deformação.


À esquerda, amostra de aço inoxidável austenítico de baixa EFE, deformada 3% em tração;
à direita, amostra de aço inoxidável austenítico de alta EFE, deformada por forjamento rotativo com 15% de redução em área

 Embora tenha se verificado a existência de inúmeros trabalhos que relacionam a obtenção desta martensita com diferentes níveis de deformação e temperaturas, existe ainda pouca informação sobre as relações destas propriedades com as características de conformabilidade das chapas de aço inoxidável austenítico e, que sejam aplicadas a condições fora de carregamentos trativos.

Assim, este trabalho avaliou as propriedades de conformabilidade de duas qualidades de chapas de aços inoxidáveis austeníticos, o AISI304 e o AISI304N, por ensaios de tração e de Nakazima, relacionando as variações dos caminhos de deformação com as mudanças microestruturais. Os resultados mostraram uma dependência das microestruturas induzidas com os diferentes caminhos de deformação.

Leia a tese na íntegra em http://www.tede.ufsc.br/teses/PCEM0147-T.pdf

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