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O futuro dos tubos metálicos em destaque na Tubotech e Wire Brasil 2025

Processos automatizados ganham em agilidade e garantem produto final mais seguro e durável

As estruturas tubulares estão presentes em praticamente todos os processos industriais e no dia a dia de forma imperceptível, porém fundamental. Práticos, resistentes e funcionais, os tubos metálicos de aço inoxidável, cobre e alumínio conduzem insumos, sustentam construções e conectam equipamentos de maneira eficiente, e seu uso vai desde gigantescas plataformas para extração de combustível até o mais simples escapamento de automóvel.

A empresa chinesa Wenzhou Sinco Steel é especializada na produção e venda de tubos de alta performance utilizados nas frotas navais da Marinha, refinarias de petróleo e gás, indústria petroquímica e energética. O material aplicado é o aço inoxidável, resistente a altos níveis de corrosão, o que garante durabilidade e segurança em todos os processos.

Segundo a gerente de tecnologia Fay Liu, as instalações podem funcionar por mais de uma década sem que o material se deteriore. “Para cada área o desempenho é diferente. Porém, os processos químicos para a produção estão cada vez mais avançados, e o resultado são projetos eficientes e esteticamente funcionais”, explicou durante a Tubotech – Feira Internacional de Tubos, Válvulas, Bombas, Conexões e Componentes, que ocorreu de 29 a 31 de outubro em São Paulo.

Os tubos de aço carbono são mais leves e mais caros para produzir, assim como o cobre. Sua utilização também pode ser direcionada para maquinário em indústrias de papel, usinas de cana-de-açúcar e automotiva. “As tubulações metálicas são versáteis e facilmente adaptáveis a inúmeros fins. Por exemplo, os tubos de alumínio, que têm menor custo de produção, são frequentemente utilizados pela construção civil em corrimãos de escadas e acabamento de apoio em sacadas e varandas”, exemplificou Pie Songyang, representante da empresa Bosheng, também presente na Tubotech.


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Além da produção, o segmento de tubulações ainda conta com três distintos processos indispensáveis para garantir a versatilidade e a precisão das peças: medição, corte e reparo. O engenheiro Ronaldo Pedrozo, da empresa Messen Pro – Centro de Suporte Zumbach, explica como o processo métrico determina o diâmetro e a espessura de cada tubulação. “Além da medição em si, são feitos testes de qualidade de acordo com a pressão que o tubo deverá suportar e o tipo de material que será conduzido. Em caso de tubulações estruturais, é feita a prova de peso”, disse.

Em caso de necessidade de peças curvas, a empresa BLM GROUP apresenta um novo modelo de equipamento de precisão e interface gráfica que realiza uma simulação digital e reproduz o processo de curvatura em tempo real. “Aliada à tecnologia da curvadora, temos as cortadeiras automáticas Lasertub, que integram o processo de fabricação com automação e controle digital”, falou o diretor-geral da empresa, Fábio Hollatz.

Por fim, sempre existe a possibilidade de danos, e a empresa Maquimp apresentou no evento duas soluções práticas para esses casos. O Tapa Furo nada mais é que uma fita para pequenos reparos de rotina ou emergenciais. A fita tem cola de alta tecnologia com aderência inclusive em áreas de difícil acesso, como tubulações submersas e conduítes elétricos. Especificamente para vazamentos ativos, reconstrução de máquinas e superfícies metálicas corroídas, a empresa apresenta O Reparador – solda a frio e reforço estrutural. O processo também é indicado para estruturas que sofreram perda de espessura.

Diante de tamanha evolução tecnológica e da diversidade em técnicas e materiais, o mercado de tubulações metálicas é hoje sinônimo de modernidade. De simples conexões, os tubos passaram a ter papel indispensável e extremamente importante na execução e construção de projetos e produtos.

A Tubotech 2025 ocorreu junto com a Wire Brasil – Feira Internacional de Fios e Cabos, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center.