Ambev anuncia R$ 385 milhões para ampliar produção de cervejas puro malte no Paraná


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A Ambev investirá R$ 370 milhões em sua cervejaria de Ponta Grossa (PR) para ampliar a capacidade de produção de cervejas puro malte e uma nova linha de envase para abastecer o Sul e Sudeste do país, de acordo com anúncio feito pelo governador do estado, Carlos Massa Ratinho Junior, e pelo Vice-Presidente de Relações Corporativas da Ambev na América do Sul, Ricardo Gonçalves Melo, no Palácio Iguaçu, na quarta-feira (20/01). Na ocasião, também foi anunciado o investimento de R$ 15 milhões na fábrica de refrigerantes instalada em Almirante Tamandaré, que serão utilizados para ampliação da unidade, totalizando um investimento de R$ 385 milhões no Paraná.

A unidade de Ponta Grossa é a mais moderna da Ambev no país. Com tecnologias da indústria 4.0, a planta produz cervejas como Brahma Duplo Malte, Serramalte, Original e Budweiser, dentre outras. O aumento da capacidade de produção atende a crescente demanda dos consumidores brasileiros por cervejas puro malte e premium.

“O estado do Paraná é de extrema importância para a Ambev. A nossa unidade de Ponta Grossa é responsável por abastecer mercados importantes e estratégicos do Sul e Sudeste e esse investimento vem para reforçar o nosso compromisso com o Estado, ampliando nossa capacidade de produção e nos preparando para o futuro”, afirmou Melo.

Na última década, a Ambev investiu mais de R$ 1,2 bilhão na unidade de Ponta Grossa. No Paraná, a Ambev possui uma cervejaria, uma fábrica de refrigerantes, seis centros de distribuição direta e gera mais de 17 mil empregos diretos, indiretos e induzidos.

Mercado

O investimento da Ambev no Paraná acompanha um crescimento na produção de bebidas no Estado em 2020, mesmo diante da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse setor cresceu 5,2% entre janeiro e dezembro na comparação com o mesmo período de 2019. Apesar de acumular perdas no ano passado, a indústria paranaense acumula sete meses seguidos de alta depois de abril.




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