Terceirização, um remédio bom e amargo

Fonte: Agência Estado - 27/02/07

Empresas em todo o mundo pagam cerca de US$ 68 bilhões por ano para outras firmas tocarem seus sistemas de informática, responder a perguntas de consumidores, administrar benefícios de pessoal e outras tarefas, segundo a consultoria americana TPI.

As empresas devem tomar cuidado com as vantagens instantâneas e desvantagens a longo prazo. Peter Allen, diretor-gerente da TPI, diz que contratos de terceirização freqüentemente capotam quando ficam focados demais na redução de custos, o que pode corroer a qualidade do trabalho terceirizado. As empresas estão ficando mais cautelosas, diz Allen: "os contratos de terceirização estão ficando mais curtos".

Os desafios levaram à formação, dois anos atrás, da Associação Internacional de Profissionais de Terceirização, em Lagrangeville, no Estado de Nova York. A entidade diz ter mais de 600 membros, entre pessoas e empresas, entre eles a Johnson & Johnson e a Procter & Gamble Co. O grupo oferece um fórum para executivos trocarem dicas sobre estratégias e táticas de terceirização.
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