Devemos nos apaixonar

Wilson Sergio, colaborador

Sempre nos surpreendemos ao saber por velhos amigos que os melhores do grupo não foram aqueles que progrediram mais. Mas porque não cresceram, não prosperaram na vida, se eram tão aplicados, tão estudiosos, tão cumpridores de suas obrigações?

A resposta quase sempre é uma só -- viveram no limbo e foram levados pela vida porque não se apaixonaram por uma causa, não se emocionaram por uma idéia e, diante dos desafios, acovardaram-se e esconderam-se na multidão dos medrosos. Tiveram medo de sofrer, um fragmento de texto que pune mentalmente esses medrosos é do autor Francisco Otaviano um poeta do Século XIX: “Quem passou pela vida em branca nuvem,/ E em plácido descanso adormeceu; / Quem não sentiu o frio da desgraça, / Quem passou pela vida e não sofreu; / Foi espectro de homem, não foi homem. / Só passou pela vida, não viveu”.

Houve um general, e esse dentro de um campo aberto com seu exército de repente se viu cercado por todos os lados pelo inimigo em maior número. Não se fez de rogado, arrancou um grito vindo do fundo do abdômen que ecoou no coração dos temorosos combatentes amigos: Ataquem agora eles não têm como fugir!

Analise a vida dos grandes líderes, observe como a sua grandeza foi demonstrada nos momentos em que os desafios foram maiores e as dificuldades pareceram quase intransponíveis. Nessas ocasiões, mais do que o conhecimento e o preparo intelectual, participou das suas vitórias a paixão por uma causa. Uma fé que os levou ao limite extremo do seu potencial de realização e que transformou suas ações em marcas perenes de liderança e de exemplo de conduta.

Portanto, a exemplo dos grandes líderes... Descubra a sua causa, apaixone-se por ela e seja um vitorioso!
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