USO DE FIBRAS DO CAULE DE PLANTAS VEGETAIS PARA A FABRICAÇÃO DE MATERIAIS COMPÓSITOS

por: Carlos Eduardo Pinto Lopes, Brena Raiara Corrêa Barradas, Edil Silva de Vilhena, Edielson Silva de Vilhena, Antonio Bruno da Silva Oliveira, Igor dos Santos Gomes, Léo Pereira, Deibson Silva da Costa, Wassim Raja El Banna, Roberto Fujiyama

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Ano: 2019

Instituições de ensino: Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Pará

Idioma: Portugues

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Resumo

Este artigo aborda os aspectos comparativos de resistência a tração e análise fractográfica dos compósitos de fibras do caule de juta e malva quando interagidos à matriz poliéster, sendo fabricadas através de várias etapas metodológicas. Primeiramente as fibras foram seccionadas nos comprimentos de 5 mm, 10 mm, 15 mm e 20 mm. As fibras foram submetidas ao procedimento de fabricação manual através da interação com a resina poliéster, sendo fabricados para ambas as fibras um total de 12 corpos de provas para cada comprimento das fibras. Os compósitos foram caracterizados de forma mecânica e microestrutural, através do ensaio de tração segundo a norma ASTM D638 e MEV (Microscopia Eletrônica de Varredura), sendo analisado os resultados e comparadas as propriedades de ambos os compósitos. Verificou-se que o compósito de juta de 15 mm apresentou maior índice de resistência a tração, equivalente a 30, 57 MPa, seguido do compósito de malva de 15 mm, com resistência a tração de 25, 48 MPa. Foi aplicado o MEV e os mecanismos de falhas apontaram o rompimento das microfibras e deformação dos compósitos durante a solicitação dos esforços.


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