Taxa de desemprego é a menor para outubro desde 2002, mostra IBGE

Índice passou de 5,4% em setembro para 5,3% no mês seguinte.

A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5,3% em outubro, após registrar 5,4% em setembro, conforme aponta a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada ontem (22). Em outubro do ano anterior, a desocupação registrara 5,8%. O índice, de acordo com a pesquisa, é o menor para o mês de outubro desde o início da série, em março de 2002.

A população desocupada somou 1,3 milhão de pessoas e ficou estável nas comparações mensal e anual. A população ocupada atingiu 23,4 milhões - uma alta de 0,9% sobre setembro. Em relação a outubro do ano anterior, foi registrado avanço de 3,0%.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 11,5 milhões e não registrou variação na comparação com setembro, mas em relação ao mesmo mês de 2011, foi verificado aumento de 3,2%.
 
Taxa aumentou nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (0,8%), do Recife (0,7%) e de São Paulo (0,5%) e caiu em Salvador e em Belo Horizonte (1,2%) e ficou estável em Porto Alegre.
 
Quanto ao desempenho por região, na comparação mensal, a taxa de desocupação subiu no Recife (de 5,7% para 6,7%), caiu em São Paulo (de 6,5% para 5,9%) e ficou estável nas demais regiões. Sobre outubro do ano anterior, a taxa caiu em Salvador (2,4 pontos percentuais) e no Rio de Janeiro (1,1 ponto percentual) e manteve a estabilidade nas demais regiões.
 
O rendimento médio real habitual dos ocupados ficou em R$ 1.787,70, o valor mais alto desde março de 2012. Apesar disso, foi considerado estável em comparação com setembro e teve alta de 4,6% na comparação anual.
 
Em relação a setembro, a taxa aumentou nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (0,8%), do Recife (0,7%) e de São Paulo (0,5%) e caiu em Salvador e em Belo Horizonte (1,2%) e ficou estável em Porto Alegre. Na comparação com outubro do ano passado, os salários subiram no Recife (7,8%), em Belo Horizonte (7,1%), em São Paulo (6,9%), em Porto Alegre (6,6%) e no Rio de Janeiro (2,1%). Apresentou declínio em Salvador (6,0%).
 
Tipos de atividade
Foram registradas quedas nos grupos de indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, de gás e água (-1,0%), de educação, de saúde, de serviços sociais, de administração pública, de defesa e de seguridade social (-0,8%) e de serviços domésticos (-1,7%). Na comparação anual, todos os grupos tiveram variações positivas.
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