Panasonic investirá R$ 1,6 bilhão para autoprodução de energia solar em novo parque no Ceará

Projeto está alinhado às iniciativas ESG globais da companhia e garante mais de 60% da energia consumida no Brasil proveniente de fonte solar.

A Panasonic, líder mundial no desenvolvimento de tecnologias e soluções eletrônicas e com mais de 1 bilhão de pessoas utilizando os produtos da marca em todo o mundo, dá mais um importante passo para seu plano de sustentabilidade: a partir de 2024, mais de 60% da energia total consumida pela empresa no Brasil será solar, proveniente do modelo de autoprodução.

A energia virá do Complexo Solar de Intrepid, localizado no município de Mauriti, no Ceará, com capacidade de produzir 500MWp e será responsável por aproximadamente 65% do consumo na fábrica da Panasonic localizada em Extrema, Minas Gerais. Para a construção, gestão e operação da usina solar, o investimento será de R$ 1,6 bilhão pela Pontoon Clean Tech, empresa responsável pelo fornecimento de energia solar fotovoltaica com a qual a Panasonic firmou contrato, por 15 anos para a realização desse projeto.

A iniciativa faz parte da agenda ESG global da companhia, que está desenvolvendo diversas ações com objetivo de cumprir a Visão Ambiental 2050. Em todas as unidades da Panasonic já existe um rigoroso sistema de verificação de conformidade com as legislações ambientais vigentes. No Brasil, a empresa já compensa 100% de toda a emissão de CO2 e a fábrica de Extrema, responsável pela produção de geladeiras e lavadoras da companhia, foi a primeira na América Latina a possuir o selo Zero CO2 Emission, concedido pela matriz japonesa. Além disso, a Panasonic já trabalha ativamente o pilar da sustentabilidade em seus produtos, alinhando sempre novas tecnologias nos projetos a favor do meio ambiente.

“O investimento em energias limpas e renováveis está em linha com nossa estratégia da Visão Ambiental 2050, elaborada para alcançar uma ‘vida melhor’ e um ambiente global sustentável. Em maio de 2021, anunciamos uma meta global de tornar nossa emissão total de CO2 líquida em zero até 2030. No Brasil, isso já é uma realidade em nossas unidades antes mesmo do prazo, por meio da compensação de compra de créditos de carbono. Nossos esforços serão para que a energia criada por produtos e serviços da Panasonic exceda a utilizada em nossos processos de fabricação até o ano de 2050 ou mesmo antes. Atingindo mais de 60% de autoprodução de energia também nos destacamos entre as outras unidades do mundo”, comenta o Vice-Presidente de Appliances da Panasonic do Brasil, Sergei Epof.


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O projeto do Complexo Solar de Intrepid terá o total de 1.100 hectares e 935 mil placas solares serão instaladas evitando a emissão de 400 mil toneladas de CO2 por ano. As obras têm previsão de início para o ano de 2022 e encerramento até o final de 2023 movimentando mais de 4 mil empregos diretos e indiretos para a comunidade local.

“Nascemos com um propósito muito claro de descarbonização, inovação e lucratividade. Estamos conquistando empresas altamente comprometidas em suas agendas ESG, como a Panasonic, que busca as melhores soluções para a concretização dos seus compromissos. Entramos no mercado esse ano com uma ousada proposta de sermos One-Stop-Shop, onde oferecemos a possibilidade de construir a jornada completa de descarbonização das empresas. Por isso, ter a Panasonic como aliada nesse setor em pleno crescimento, significa um grande passo para a Pontoon”, comenta Marcos Severine, CEO da Pontoon.

Desta forma, a Panasonic sai na vanguarda e lidera a frente de autoprodução de energia via matriz solar fotovoltaica se comparada a outras empresas do mesmo segmento de mercado. “Nosso fundador trouxe luz na escuridão com a criação dos soquetes de lâmpadas há mais de 100 anos e estamos trabalhando por um mundo mais sustentável, para que continuemos iluminando o caminho para os nossos filhos, netos e gerações futuras”, comenta Epof.




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