Crown pretende investir R$ 650 milhões em sua sexta fábrica de latas no Brasil


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A Crown Embalagens, joint-venture entre a multinacional estadunidense do ramo de embalagens Crown Holdings e a empresa Évora S/A, deverá investir R$ 650 milhões para instalação da sua sexta fábrica de latas de bebidas no Brasil. A nova unidade contará com duas linhas de produção, que serão construídas em Uberaba, no Triângulo Mineiro. No local serão produzidas latas de alumínio de duas peças em vários tamanhos e terá capacidade anual de 2,4 bilhões de latas quando totalmente operacional, segundo comunicado da empresa.

Espera-se que a produção da primeira linha comece no segundo trimestre de 2022, seguida pela segunda linha no quarto trimestre de 2022.

A Crown atua no Brasil desde 1942 e tem forte presença com fábricas de latas de alumínio de duas peças em Cabreúva ( SP ), Estância (Sergipe), Ponta Grossa (PR), Rio Verde (GO), Teresina (Piauí) e uma fábrica de bebidas em Manaus (AM).

A nova fábrica vai expandir a capacidade de produção anual da Crown no Brasil para 13,3 bilhões de latas.

“O Brasil é um mercado de crescimento importante para nós e nosso parceiro, Évora SA. Esta expansão ajudará a atender a maior demanda do país por latas de bebidas e demonstra o compromisso contínuo da Crown em crescer com nossos clientes”, comentou Djalma Novaes, Presidente da Divisão Américas da Crown. “A lata de alumínio para bebidas é perfeita para o mercado brasileiro; é reciclável e sustentável, é enviada com facilidade e preserva de forma mais eficiente a qualidade da bebida para o consumidor final”.

As negociações foram realizadas por intermédio do Grupo Petrópolis, que instalou sua maior fábrica na cidade no ano passado, de acordo com o jornal Diário do Comércio. Embora o anúncio da empresa não forneça detalhes da negociação, a reportagem do jornal mineiro afirma que os aportes chegarão a R$ 650 milhões, com a perspectiva de geração de mais de 100 novos empregos diretos e outros 100 indiretos.


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No entanto, o comunicado oficial da empresa divulgado à imprensa ressalta que o investimento dependerá ainda uma série de fatores.

"Estas declarações prospectivas envolvem uma série de riscos, incertezas e outros fatores, incluindo se a demanda continuará a crescer por latas de duas peças de alumínio para bebidas no Brasil e globalmente, e se a empresa pode implementar com sucesso seus planos para construir uma nova fábrica e cumprir as metas de tempo e produção relacionadas (incluindo a obtenção de quaisquer consentimentos e aprovações necessários que poderiam atrasar ou impedir a expansão), que podem fazer com que os resultados reais sejam materialmente diferentes daqueles expressos ou implícitos nas declarações prospectivas", finaliza o comunicado.




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