Mercado de petróleo reaquece e já se prevê criação de 400 mil vagas de emprego

Após 6 longos anos estagnada, a indústria do petróleo no Brasil retomará com força total e prevê a criação de 400 mil vagas de emprego.

A semana começa com ótimas notícias para os profissionais da área do petróleo, o setor espera a criação de 400 mil novas vagas de emprego  nos próximos dois anos e prevê que qm meados da próxima década, quando começar a entrar em operação as grandes plataformas dos últimos leilões haverá riscos de gargalo na contratação de mão de obra, diante da fuga de profissionais durante a crise. Falando nisso, a Engevale conquista mais um contrato em refinaria da Petrobras, fique atento que a empresa vai contratar a qualquer momento!

Após 6 longos anos estagnada, a indústria do petróleo no Brasil retomará com força total, a boa notícia se deve ao fato das atividades de apoio à exploração e com a demanda gerada pelas últimos leilões.

De acordo com especialistas, há um sinal nos negócios com petróleo, que interessam empresas locais e companhias globais, além de mobilizar estados e municípios que demandam os royalties.

A recuperação do setor acontece no instante em que um vazamento de petróleo afeta milhares de quilômetros da costa brasileira. Medidas de prevenção e remediação deverão ser tomadas por conta do desenvolvimento acelerado do pré-sal, visto que a atividade tende ser intensa nos próximos anos, o que e vai demandar atenção redobrada das autoridades.


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O setor está reaquecendo e até neste mês setembro, o resultado de emprego nas atividades de exploração de petróleo no país  está positivo em 306 vagas. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

A virada do emprego no setor reflete a entrada em operação de novas plataformas da Petrobras e a retomada dos leilões de áreas exploratórias nos últimos anos.

Com o progresso, este ano de 2019 será o primeiro ano desde 2012 com aumento dos empregos no setor, uma vez que nesse meio tempo ocorreram a diminuição de vagas no setor por conta da crise na Petrobras e suspensão de leilões.

Ainda com a retomada do setor a indústria de exploração de petróleo não é intensiva em mão de obra o suficiente para impactar os elevados índices de desemprego no país, mas tem potencial de gerar vagas em outras indústrias fornecedoras de máquinas e equipamentos.

Dados do IBGE apontam que a indústria do petróleo, paga salários sete vezes maiores do que a média nacional —em 2017, o rendimento médio no setor era de 21,3 salários mínimos.

Estudo feito pelo IBP em parceria com a consultoria EY vê potencial para a geração de até 400 mil empregos diretos e indiretos no setor até 2022. A projeção não considera o megaleilão da cessão onerosa, agendado para o próximo dia 6, mas com impactos no mercado só em meados da próxima década.

Trata, porém, das previsões de investimentos no estoque atual de áreas. Segundo a ANP,  entre 2019 e 2022, 12 novas plataformas iniciam operação no país. Cada uma demanda serviços como perfuração de poços e transporte de pessoas e insumos, por exemplo.

Uma delas é da Equinor, que começa a instalar este ano a quarta plataforma do campo de Peregrino, onde Pio trabalha. Com início de operação previsto para o fim de 2020, a unidade ampliará a capacidade de produção dos atuais 94 mil para 110 mil barris por dia.

Com operações também no pré-sal, a empresa iniciou um programa interno para formar gerentes de plataformas de produção —a companhia prevê instalar entre 2023 e 2024 a próxima unidade, desta vez no pré-sal da Bacia de Santos.

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