Termomecanica investe R$ 8 milhões e expande produção com nova fábrica

A unidade fabril vai aumentar a competitividade da companhia no segmento de refrigeração no Brasil.

Dando continuidade a sua estratégia de crescimento, a Termomecanica investiu R$ 8 milhões na implantação de uma nova fábrica (infraestrutura e equipamentos), localizada no polo industrial de Manaus (AM) e deve entrar em operação a partir de abril. A nova unidade cria condições para que a empresa, líder do setor de transformação de metais não ferrosos, cobre e suas ligas, passe a atender com mais agilidade e preços competitivos principalmente os fabricantes do setor de refrigeração, que em grande parte se concentram na região. A expectativa é de que, a partir de 2018, a Termomecanica da Amazônia esteja usando 100% de sua capacidade instalada, atingindo a produção de 150 toneladas mensais de insumo para atender a indústria de refrigeração.

De acordo com Carlos Alberto Legori, diretor industrial da TM da Amazônia, embora a Termomecanica já tenha market share significativo nesse segmento, a nova unidade industrial aproxima a companhia da meta de abastecer 100% do mercado nacional, que hoje ainda importa parte desses insumos. “A TM da Amazônia facilita muito a logística de entrega de produtos, reduz custos e nos deixa muito mais competitivos para a entrega de produtos com a mesma qualidade que os fabricados em nossas plantas em São Bernardo. Os clientes ainda têm o benefício de não precisar manter grandes estoques para atender às suas necessidades. A reserva poderá ficar armazenada em nossa própria planta”, explica.

O carro-chefe da linha de produção da Termomecanica Amazônia é o tubo de cobre ranhurado que possui excelente aplicação na fabricação e instalação de sistemas de refrigeração e ar-condicionado, assim como de compressores, linha branca, refrigeradores comerciais, evaporadores, trocadores de calor, conexões, purificadores de água, entre outros.

A TM da Amazônia é a quinta fábrica da Termomecanica, que conta ainda conta com duas unidades em São Bernardo do Campo (SP), uma no Chile e uma na Argentina, além de um Centro de Distribuição em São Bernardo do Campo (SP) e outro em Joinville (SC).


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“Nesses últimos anos, mesmo com as incertezas políticas e econômicas, fizemos questão de investir em tecnologia, novos processos e treinamentos dos funcionários para aprimorar ainda mais a qualidade dos produtos e do atendimento prestado ao cliente. Em 2016, apostamos inclusive em uma nova linha de Alumínio, que por conta da versatilidade e variedade de aplicações que comporta é uma excelente alternativa ao cobre. Tudo isso nos preparara para a desejável retomada da economia”, finaliza Pedro Torina, também Diretor da empresa.




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