Conectividade e revolução tecnológica requer profissionais mais preparados pós-pandemia

O mundo mudou em diferentes aspectos e no campo profissional é preciso se reinventar para atingir metas. Veja como será esse cenário pós-pandemia e quais exigências aos profissionais que visam o sucesso!

conectividade e revolução tecnológica
Foto: Pixabay

O mercado de trabalho já prometia mudanças, envolvendo suas relações interpessoais, surgimento de profissões e extinção de outras, entre outros aspectos. A pandemia do novo coronavírus trouxe ainda mais mudanças para o modo como vivemos e, consequentemente, como trabalhamos.

Com o isolamento social como principal medida de prevenção da propagação do vírus, a vida moderna teve de se adaptar, antecipando uma tendência que já era naturalmente esperada. Principalmente no mercado de trabalho, a pandemia trouxe à todas as empresas, ou pelo menos a maioria delas, práticas que vem crescendo gradativamente entre o mundo corporativo.

O momento é imprevisível, exigindo rápida adaptação no cotidiano, não somente da empresa e dos gestores, mas dos colaboradores que já devem entrar para o mercado de trabalho mais preparado. É necessário repensar as atitudes referentes à carreira e ao perfil profissional.

A fase é propícia para a adoção de tecnologias, cada vez mais digitais, estimulando o desenvolvimento de novas habilidades além de contribuir para o surgimento de novas carreiras e profissões.

A conectividade permitindo o trabalho remoto

O isolamento social vem provocando quebras em paradigmas e resultando na criação de novos comportamentos e hábitos no mercado de trabalho e no mundo corporativo. O cenário é de oportunidades, embora seja novo e pareça um tanto assustador.

O home office já era empregado por algumas empresas, em cargos específicos, como uma opção. Hoje, essa modalidade se tornou necessidade, provando para todos que é um modelo de trabalho que veio para ficar.


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A crise antecipou o “futuro”, impactando diretamente nas relações corporativas. O home office está sendo possível graças à tecnologia e conectividade que temos à disposição atualmente. 

Além disso, o modo de trabalho tende a ter cada vez mais adeptos, mesmo após a pandemia, por ser a evidência de que os colaboradores não necessitam estar presencialmente na empresa para realizarem as tarefas do cargo e serem produtivos.

Adaptações exigem mais preparação e evolução do profissional

Não é de hoje que a busca por aprendizado e evolução constante é uma característica bem vista aos olhos dos recrutadores e gestores. Com a pandemia, isso também se tornou uma necessidade para os profissionais.

Com o home office, o gestor passará a ter o foco somente nos resultados, ficando a cargo do colaborador fazer o controle de tarefas. O profissional que souber gerenciar seu tempo, entregando resultados terá destaque nessa fase.

Esse novo contexto está gerando novas necessidades, como a mentalidade de solução. O funcionário que desenvolver suas habilidades de encontrar soluções em meio às adversidades, está em vantagem no mercado de trabalho atual.

Deve estar preparado a entregar resultados independente do espaço físico onde irá trabalhar, além de estar preparado para usar novas tecnologias para otimizar o trabalho. Essa adaptação constante de sua experiência para os métodos e tendências novas vem sido chamando de “lifelong learning” pelos especialistas, “aprendizado durante a vida” em tradução livre.

Cabe então ao profissional garantir que a revolução digital e tecnológica esteja a seu favor, desenvolvendo novas competências e habilidades, para utilizar e aproveitar todo o potencial que as inovações tecnológicas possuem para trazer resultados.

Com a conectividade, as empresas podem expandir os horizontes de atuação, fazendo negócios internacionais. O profissional que desenvolver o aprendizado de idiomas estrangeiros estará um passo à frente.

E não se trata apenas do inglês, já que é fundamental ter um diferencial no currículo sendo fluente em diferentes idiomas. O espanhol, por exemplo, está muito requisitado no mercado nacional, já que muitas empresas estão se expandindo para alcançar toda a América Latina.

E quando se pensa em um futuro de sucesso, é importante considerar o que o mercado está exigindo, em quais modalidade está crescendo, quais acordos internacionais as empresas estão fechando.

Aprender francês, por exemplo, é a tendência do mundo dos negócios num futuro próximo. Estima-se que o francês possa, até 2050, ultrapassar o inglês como o idioma mais falado do mundo. Além disso, o vínculo econômico e comercial que o Brasil possui com a França é forte e hoje são muitas multinacionais de origem francesa no mercado nacional, fazendo do francês um idioma notável para o sucesso profissional.

De acordo com o aplicativo de Idiomas Babbel, francês é o idioma oficial de 29 países e, atualmente, pouco mais de 300 milhões de pessoas no mundo falam a língua. E, para quem deseja aprender um idioma, basta dispor de até 20 minutos por aula, o que torna o aprendizado mais acessível para quem já tem agenda lotada.

nova realidade das empresas
Foto: Pixabay

As empresas também devem se adaptar à nova realidade

Mas de nada adianta o profissional se adaptar, se capacitar e evoluir, se a empresa e seus gestores não acompanharem e, principalmente, incentivarem essa mudança. É hora de as empresas colherem o investimento que fizeram em sua equipe, com treinamentos e capacitações, contando com profissionais preparados e pensando em soluções.

As mudanças tecnológicas também estão mudando a relação entre as empresas e seus colaboradores. As novas plataformas e tecnologias vem permitindo a criação e aplicação de novos modelos de prestação de serviços, extrapolando a tradicional relação entre empregador e empregado.

Existem especialistas que acreditam que o fim do emprego como conhecemos é uma atividade iminente. O resultado dessa evolução será a mudança tanto para empresa, quanto para os líderes, quanto para o colaborador.

A empresa perderá o significado do espaço físico, será um espaço de passagem de conhecimento e integração; os líderes terão a função de incentivar cada vez mais a sua equipe; o colaborador assume o protagonismo cada vez mais.

Além disso, acompanhando a mudança que já vinha acontecendo nos últimos anos, várias profissões se tornarão obsoletas, enquanto outras novas surgirão. Essa nova fase gera diversas oportunidades, tanto para as empresas quanto para a equipe.

A tendência é que vários cargos sejam questionados, e os postos mais mecânicos sejam progressivamente substituídos por inteligências artificiais, capacitando os profissionais para ocuparem outros cargos. Mas diante tantas mudanças e adaptações, a hora é de se reinventar, não importa a posição.




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