País cai em rankings internacionais

País cai em rankings internacionais

Enquanto o governo tenta destravar o ambiente de negócios, a economia brasileira fica cada vez mais para trás nos rankings internacionais que medem a competitividade dos países.
 
Entre 2012 e 2013, o País caiu da 48ª para a 56ª posição no Relatório Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) . A conclusão da lista, que é feita em parceria no Brasil com a Fundação Dom Cabral (FDC) e o Movimento Brasil Competitivo (MBG), é que o País voltou à situação de 2009.
 
Por trás disso, estão problemas de infraestrutura, o pessimismo dos empresários e a piora na economia.
 
Na América Latina, o Brasil está em desvantagem em relação ao Chile (34ª posição e líder regional), Panamá (40º lugar), Costa Rica (54°) e do México (55º). A situação brasileira só é melhor que em locais de forte intervenção do governo na eco-
nomia, como Argentina (queda de dez posições, para a 104ª colocação) e Venezuela (número 134 da lista).
 
Dos cinco países do Brics, China (29º lugar) segue na liderança, seguida pela África do Sul (53º) Brasil (56º), índia (60º) e Rússia (64º).
 
A Suíça liderou a lista das economias mais competitivas pelo quinto ano consecutivo, seguida por Cingapura, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos.
 
Demora
 
Outro levantamento divulgado no ano passado pelo Banco Mundial mostra que ficou mais difícil para uma empresa de pequeno porte fazer negócios por aqui. O Brasil perdeu dois postos e ficou na 30ª posição entre 185 países.
 
Começar um negócio por aqui demora 119 dias e pede 13 procedimentos diferentes, de acordo com o estudo. Em Cingapura, a líder do ranking, são apenas três dias.
 
Em outros indicadores, o País também está mal posicionado. Na facilidade para uma pequena empresa conseguir crédito, ficou apenas o 104º lugar. Em impostos, aparece em 156.



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