Setor siderúrgico ainda aguarda reação da demanda

Setor siderúrgico ainda aguarda reação da demanda

 

As perspectivas para o setor siderúrgico no país em 2013, passados quase quatro meses, ainda mostram sinais muito tênues de retomada da demanda. As lideranças encerraram o ano falando em 6% de crescimento do consumo aparente e as projeções já caíram para a faixa de 4%. As medidas tomadas pelo governo no ano passado de aumento de alíquotas de importação de alguns produtos e o fim dos subsídios de governos estaduais em vários portos para aços importados parecem não ter surtido os efeitos esperados pela indústria.
 
O setor continua a operar com uso da capacidade instalada em torno de 72%, abaixo da média mundial de março, de 79,4%, conforme dados da World Steel Association divulgados na segunda-feira (22). O consumo aparente doméstico apresentou recuo de 2% em março e no primeiro trimestre, comparado com o mesmo mês e o mesmo período de 2012, informou o IABr, entidade local.
 
A Usiminas inaugura amanhã (26) a divulgação de resultados financeiros das companhias abertas brasileiras do setor no intervalo janeiro a março. Além dela, publicam seus números a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Gerdau. Analistas de mercado dizem esperar que o desempenho virá abaixo das expectativas. "Outro trimestre fraco" é o título do relatório do Bank of America Merrill Lynch referente às previas dos balanços das siderúrgicas.
 



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