28/10/2019

Como a mobilidade urbana sustentável está crescendo e melhorando o trânsito

A mobilidade urbana sustentável visa reduzir a emissão de poluentes e torna o deslocamento menos estressante. Veja algumas ações que já estão sendo feitas.

O carro ainda é um meio de transporte bastante utilizado e as pessoas recorrem a ele quando querem conforto para se locomover e agilidade. Apesar do veículo ser bastante útil nas cidades, ele não vai de encontro com a mobilidade urbana sustentável.

O problema é que ainda são poucas alternativas ao veículo particular e isso gera custos para quem o possui, como seguro auto, manutenção, combustível e outros. 

Entretanto, esse cenário vem mudando lentamente no Brasil e seguindo exemplos de outros lugares do mundo.

Quando se pensa em mobilidade urbana sustentável, lembra-se de uma forma das pessoas se locomoverem de forma “limpa”, ou seja, com meios de transporte que não gerem tantos poluentes. Mas, seria isso possível?

 

Estratégias de mobilidade urbana sustentável 

A mobilidade urbana sustentável foca algumas modalidades de transporte e alternativas que ajudem a reduzir a emissão de poluentes, por isso, o uso de bicicletas, trens e metrô está alinhado com essa prática. 

Para conseguir chegar ao patamar desejado primeiro é preciso acabar com as barreiras existentes, como o acesso ao transporte público precário, falta de infraestrutura para outros meios de transporte que não seja o carro e calçadas ruins.

Ao investir em calçadas largas e que permitam a circulação de pessoas, parte delas deixa de usar o carro e passa a andar a pé por saber que terá condições de se locomover. 

As ciclovias são alternativas ao transporte de carro e têm mostrado que quando implementadas são utilizadas. 

A grande vantagem é que elas ajudam a economizar tempo, pois não se têm congestionamento como acontece nas ruas. 

Além disso, são meios de transporte que não emitem poluentes e ajudam a manter a pessoa ativa, o que contribui com a boa saúde.

Por exemplo, na Alemanha já existe uma rodovia para ciclistas com a extensão de 60 km. Ela permite que trabalhadores de dois grandes polos industriais consigam se locomover em segurança e de forma limpa.

O deslocamento sobre trilhos faz parte da mobilidade urbana sustentável, por isso, as cidades precisam investir em trens e metrôs e melhorar o sistema já utilizado. 

Na cidade de São Paulo, o metrô faz ações para diminuir o consumo de energia e contribuir nesse ponto.

Para isso foram adquiridos trens com tecnologia mais avançada e adotado o controle baseado em rádios digitais, que proporciona mais segurança com acelerações e frenagens mais precisas.

Algumas outras ações podem contribuir com a mobilidade urbana sustentável. Em Curitiba, os semáforos inteligentes ampliam o tempo de travessia dos pedestres. 

No Rio de Janeiro, foi implementado o VLT, que permite que as pessoas transitem pelo centro em um veículo não poluente e deixem o carro em casa. 

Salvador inaugurou o seu sistema de metrô.

Ao redor do mundo existem outras ações que estão ajudando a melhorar o trânsito e investem na sustentabilidade como os ônibus com telhado verde da Catalunha, os orelhões para recarga de carros elétricos em Nova Iorque, trem com vagão para bicicletas na Alemanha e troca de garrafa pet por passagem de metro ou ônibus em Pequim. 

Todas essas iniciativas estão transformando a mobilidade urbana sustentável, tornando o deslocamento menos estressante e reduzindo a emissão de poluentes.  

 
As informações e opiniões veiculadas nesse artigo são de responsabilidade exclusiva do autor e não representam a opinião do Grupo CIMM.
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Jeniffer Elaina

Do site SeguroAuto.org


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